Blog Action Day
Aconteceu dia 15 de outubro, o Blog Action Day , quando 20 mil blogs se uniram para uma causa. Foi o primeiro dia dedicado aos blogs onde cada blog deveria postar sobre um determinado assunto, este ano, o tema foi meio ambiente. A busca em blogs no Google registou 34 mil vezes a expressão “Blog Action Day” durante a semana. Estima-se que 15 milhões de pessoas leram sobre o assunto em blogs nesse dia, sendo que 19 desses estão na lista dos principais do raking do site Technoratti, site especializado no segmento.O que mostra que os blogs estão cada vez mais populares entre as pessoas. Só para exemplificar, segundo pesquisa da Data Folha, 42% dos entrevistados afirmaram já ter publicado conteúdo próprio na web. A maioria publica apenas conteúdos com o fim de relacionamento (fotos, por exemplo). Apenas 5% afirmou já ter publicado notícias ou histórias. O que pode entrar nessa percentagem os blogs como espaço paa a publicação de conteúdos por essas pessoas.
Por Joyce Souza
Fonte Blog Action Day: http://www.eblog.globolog.com.br/ Acessado em 29/10/2007
Fonte Pesquisa: http://intermezzo-weblog.blogspot.com/ Acessado em 25/08/2007
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Dica de site em versão beta do Grupo Estado. A empresa lançou na surdina um site com a intenção de ser seu Uol. O nome foi tirado do bairro do Limão (nomezinho bem fraco, convenhamos), onde está o prédio da empresa. O site é bem interativo, você consegue mexer nas caixinhas de destaque. Quase um lego online. Vamos ver se pega.
Por Felipe Lavignatti
Confesso que sou novata no mundo on-line. Quando me formei em Jornalismo, em 2003, o estudo do campo na PUC-SP ainda era restrito a uma optativa relegada ao último ano do curso, por incrível que pareça. E, ainda por cima, obrigada a disputar espaço com outras disciplinas. Resultado: o Cultural e o Econômico foram mais sedutores. Se soubesse que quatro anos depois cairia por acaso nas teias da web…..Pois bem, em janeiro deste ano estava focada nos freelas para revistas (praia segura e confortável) quando surgiu o convite até então inédito: trabalhar num site. Topei, claro. Mas fiquei perdidinha. Não sabia o significado de termos como browser, FTP, GIF e por aí vai… Mas tudo bem, se a falta de preparo era gritante, sobrava vontade de aprender. Carente de informações, desvendei o mistério da transposição de mídias com a ajuda do livro Jornalismo Digital, de Pollyana Ferrari. Citando o professor Nilson Lage, a autora me deu um norte em apenas uma linha: “não se trata exatamente de narrar os acontecimentos, mas de expô-los”. Ufa!
Por Raphaela de Campos Mello
O livro que indico é “Blog – Entenda a revolução que vai mudar seu mundo”, parece livro de auto-ajuda, ou algo do gênero, com um título feito para vender, mas serve como curiosidade e dados novos da revolução que já está acontecendo.O autor Hugh Hewitt é na verdade mais um curioso sobre blogs e devido sua “peregrinação” tanto como blogueiro e comunicador acumulou dados interessantes dessa revolução das comunicações nos Estados Unidos, seu país de origem.Ele tem uma coluna semanal no Daily Standard e no WorldNetDaily.com. Tem seu próprio blog e também mostra a influência dos blogs no cenário político norte-americano.A análise de Hewitt parte da Reforma Protestante, no século 16, que por sua vez só aconteceu, segundo ele, graças a Invenção da imprensa de Gutemberg em 1499. Para chegar a reforma das comunicações dos dias de hoje. Assim como na revolução comandada por Lutero, que buscava levar o conhecimento da escritura a todos, essa nova revolução da comunicação (proporcionada pelos blogs), como parece comparar em certos momentos o autor, busca levar a todos a oportunidade de serem também transmissores de informação.Porém, na minha opinião pessoal, o que me chamou mais a atenção no livro foi a expressão utilizada por Hewitt. Para ele, a blogosfera abraça uma forma de “jornalismo de fonte aberta”. De acordo com o autor, “o antigo monopólio da informação tinha uma enorme capacidade de decidir onde e quando as notícias seriam ‘notícias’. Essa função de editor desapareceu, e os blogs invadiram para decidir por si mesmos o que importa”.Enfim, é um livro mais curioso quanto a dados novos. E por mostrar que não só os veículos tradicionais como também as empresas precisam pensar desde já o seu papel dentro desse novo contexto de mudanças e muito mais nós jornalistas.
Por Joyce Souza.
Estudante do curso de pós-graduação pela PUC/SP em Jornalismo Multimídia. Uma curiosa sobre blogs e autora de um há mais de 1 ano.
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Blog – Entenda a Revolução que vai mudar seu mundo
Editora: Thomas NelsonAno: 2007
Dizer que a web 2.0 está mexendo com a forma de as empresas se relacionar com seus consumidores é chover no molhado. Afinal, com a onda da colaboração, os blogs e as redes virtuais de relacionamento, o boca-a-boca ganhou um poder inimaginável antes da web. Mas o que realmente vai mudar no universo corporativo com a web 2.0? Alessandro Barbosa Lima, CEO da empresa de monitoramento e análise e.Life, deu algumas pistas no evento Web 2.0 no Brasil, promovido pela INFO.
Veja alguns exemplos de como as empresas atuavam antes da web 2.0 e como será daqui para a frente.
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Antes da web 2.0
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Depois da web 2.0
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O boca-a-boca era invisível
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O boca-a-boca agora pode ser monitorado
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Os formadores de opinião eram as celebridades
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O formador de opinião é o próprio consumidor
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O desenvolvimento de produtos era feito internamente
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O desenvolvimento de produtos conta com insights e a colaboração dos consumidores
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A única fonte de informação era a mídia
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Agora, além da mídia, os próprios consumidores são fonte de informação para as empresas
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As pesquisas de mercado eram focadas em um número determinado de consumidores
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As pesquisas partem da análise do que centenas de usuários estão falando do produto na web
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A comparação mostra que a web 2.0 e as redes virtuais de relacionamento têm muito a dizer para as empresas. “Uma das principais mudanças trazidas pelas redes sociais para os negócios é o fato de que o boca-a-boca agora passa a ser documentado”, diz Alessandro Barbosa Lima. Segundo ele, entre 6% e 20% do boca-a-boca pode ser medido usando as comunidades e outros recursos da web 2.0.
Sua empresa está preparada para enfrentar esse consumidor cara a cara?
Postado por - Katia Militello - 17/09/2007 – 22:22

A mestiçagem do corpo, as negociações no virtual, a falência do funcionalismo do objeto, o design como linguagem. Esses e outros temas mestiços da pós-modernidade são discutidos no último livro de Wilton Garcia (Org.) “Corpo & Mediação”, do qual participo. O lançamento será dia 28 de outubro, às 19h00 no Paço das Artes, em São Paulo. A obra reúne autores muito antenados como Priscila Arantes, Caio Adorno Vassão, Manoel Fernandes de Sousa Neto, Claudia Marinho, entre outros. Boa Leitura!
A blogosfera como rede social. Esta foi a grande discussão nas diversas desconferências do Blogcamp , que teve seu primeiro encontro dia 25 de setembro, em São Paulo. Agregadores como o del.icioganham roupagem em português no wasabi, projeto em versão beta que foi apresentado aos participantes pelo Danilo. Percebo claramente a evolução da blogosfera nesses meses que nos separam do barcamp, encontro que ocorreu em março. Efetivamente caminhamos para um social bookmarking gigantesco na blogosfera. “Seremos definidos pelo conteúdo que geramos”. “O fim do gap de informação entre a mídia de massa e a Web 2.0″. Frases que saltavam nos bate-papos animados. Quando as Casas Bahia anunciarem e venderem diretamente na Internet, daí sim teremos a Web encarada como mídia pelos anunciantes (…) ou ainda a valiosa dica do Juliano do Viva SPsobre o livro “A riqueza das redes”, de Yochai Benkler, que está disponível na licença Creative Commons. Leia o livro em PDF. Para Juliano, o livro explica a fase de “emigrante digital” que vivemos e porque a informação nunca foi vendida. Também conheci o Rico e seu projetoExpedição Mochila que trabalha com crianças e jovens que nasceram e moram na Vila Madalena, em São Paulo. Na auto-definição deles, a Expedição Mochila é uma galera que adotou como estilo de vida servir a Cristo através da infância e juventude. Fazemos isto criando e apoiando aulas para crianças, treinando professores e escrevendo um blog pra contar nosso dia-a-dia. Ou seja, a comunidade estava lá e a blogosfera veio para promover o encontro.
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