Em São Paulo o Natal não acaba depois da ceia. Há vários anos os melhores clubes da cidade armam festas especiais nessa noite, não importa em que dia da semana caia a data. As festas são ótimas, vão até de manhã, costumam lotar e o povo já chega na buate calibrado, mas na paz… É meio que um fechamento simbólico da temporada, misto de confraternização do funcionários dos clubes e habituês. Eu não estarei na cidade, mas vão aí quatro dicas boas para depois do peru:

Jingle Hell´s

Essa festa de nome bacana é a versão natalina do after-hours mais famoso de São Paulo, atualmente vivendo uma reedição no Vegas com o mesmo DJ Pil Marques. Entrada grátis para quem levar um brinquedo em bom estado — as doações serão para as crianças do Instituto Viva Vida. Com Pil, André Juliani e convidados, a partir da 1h. No Vegas.

Natal no Clash

Essa é a minha aposta como a melhor festa do Natal clubber paulistano 2007. Mau Mau toca um raro set de electro e techno, mas tem ainda Tittsworth, um DJ set do pessoal do Cansei de Ser Sexy e o duo Roots Rock Revolution. A partir da 1h, no clubinho da Barra Funda.

Natal do Glória

O line-up é ótimo e o clube Glória, que foi todo reformado, é incrível. Atum, Gil Barbara e Magal fazem seu Natal muito mais feliz.

X-mas for friends

Versão de Natal da festa Lov.e for friends com Fab e Talita, Roberta Prata e Pedro Angeli e outras três duplas. Para quem gosta de techno. Pesado.

Rock de natal

A véspera de Natal cai segunda e as segundas do D-Edge são da On The Rocks, com punk rock, rock’n’roll, new wave e electro. Carol e Isadora, Paula, Vic Terrorzinho, Adriana Recchi e Focka animam o povo. A partir da meia-noite.

E não pára, não!

E para fechar o ano, o Vegas faz uma noite incrível em São Paulo, dia 28. com Juan Maclean e Tim Sweeney, do núcleo DFA, selo que lançou Rapture e LCD no começo da década. Para saber os detalhes é só clicar aqui

Ana Katia

José Antonio Meira da Rocha (jornalista e especialista em pesquisa e aprendizado em mídias digitais) fala sobre o ensino superior de jornalismo online.

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Clique aqui para ouvir.

Por Danilo Schramm

PCWorld divulgou uma lista com as 15 maiores decepções tecnológicas de 2007 e o Windows Vista foi o grande campeão.

A matéria começa com a pergunta: “Cinco anos de desenvolvimento e isso é o melhor que a Microsoft pode fazer?” e daí em diante nada mais grave. Enquando a PCWorld elogia a interface Aero, melhor interoperabilidade de rede e pesquisas mais rápidas, também acha que ambos o preço e a incompatibilidade de hardware de terceiros é inaceitável. E para resumir o fiasco, eis a seguinte frase:

“Não é surpresa que tantos usuários se agarram ao XP como náufragos a um bote salva-vidas, enquanto isso, outros que fizeram o upgrade estão voltando. E quando o mais rápido notebook testado com Vista é um MacBook Pro da Apple, há algo profundamente errado com o universo.”

É verdade, enquando o Vista é um avanço em muitos aspectos, há uma porção, grande, da população de usuários de XP que sabem que se há um furo no bote e ele não vai ficar inflado para sempre. Mas está condenado quem tentar chegar a nado até a praia por enquanto. E por que deveriam? o XP acaba de ter um ganho significativo de performance com o ultimo updade de Service Pack.

Ah, e para quem se sentiu ofendido com a piada do Mac, o iPhone veio em 5o.

Por Elisa Baggio

Site dos Correios

Muitos sites e blogs estão empurrando produtos e serviços para usuários que querem apenas… enviar um telegrama!

A internet em geral está sofrendo de Overtising (over + advertising = excesso de publicidade ou uso de publicidade de maneira inadequada).

Imagine-se numa padaria: você está lá comprando pãozinho pro café da manhã e o atendente pergunta se você não gostaria de levar também uma bicicleta. Você poderia sim, até estar querendo comprar uma bicicleta, mas quantos clientes a padaria não frustrou com essa tentativa impertinente de venda de um produto que foge de sua especialidade?

É muito chato ter produtos e serviços empurrados, até mesmo os que você precisa! Ninguém gosta de entrar em um local cujos atendentes estão mais focados em vender do que em entender suas necessidades.

A maioria dos portais tira seu sustento da publicidade. Muitos blogueiros trabalham exclusivamente para oferecer conteúdo de qualidade a seus leitores sem cobrar nenhum centavo. Nesses casos, o uso da publicidade é válido - se usada com moderação.

Já em um site como o dos Correios esse tipo de publicidade só serve para piorar a experiência de navegação do usuário. Talvez eles tivessem um melhor retorno se investissem na qualidade do atendimento.

Por Danilo Schramm

Sabe aquele filme que você assistiu há 30 anos e, na época, já era considerado “antigo” e depois, nunca mais achou em locadora ou em qualquer outro lugar? Pois saiba que raridades assim podem estar, neste exato momento, em processo de digitalização e indo para a internet, em um processo legal e sem a alcunha de pirataria.

Empresas americanas e entusiastas da sétima arte estão vasculhando arquivos públicos, em busca de filmes cujo status seja de domínio público, para transformar da película para formato digital.

Qualquer pessoa pode se tornar um colecionador profissional, sem precisar pagar pequenas fortunas. São filmes que caíram em domínio público ou tiveram o direito autoral expirado, hoje disponíveis gratuitamente na web para download ou visualização em tempo real - de forma completamente legalizada.

Imagine as primeiras séries de Flash Gordon, as primeiras encenações de O Fantasma da Ópera, clássicos de Cary Grant e iguarias do cinema europeu e asiático, tudo à distância de um clique.Três empreendimentos se destacam: o Veoh, um dos serviços mais profissionais e organizados; o Emol, que é meio bagunçado, porém mais fácil para encontrar relíquias do cinema e raridades exóticas; e o Public Domain Torrents, por onde os usuários podem usar o software/protocolo Bittorrent para fazer o download legalizado de filmes para assistir no DVD, no iPod e até mesmo no Playstation Portátil.

Fonte: www.webinsider.com.br

Por Danilo Schramm

Quem se lembra dos tempos não muito distantes em que na praia o celular não tinha sinal? Internet era discada e pagava-se por hora de acesso. O litoral, pelo menos para mim, era um lugar para se desligar da correria da cidade. Com muita sorte dava pra pegar a Globo na TV.

Pois é, navegando pelo site da Folha de S. Paulo de hoje, me deparei com uma notícia sobre a instalação de uma rede wireless em São Sebastião, no litoral paulista. Desde setembro o município tem todas as secretarias interligadas por redes sem fio e acesso Wi-Fi gratuito no centro histórico. E até junho de 2008, a prefeitura pretende expandir o acesso por toda a cidade.

Mas, como tudo que é de graça tem um porém, a cidade está se transformando no livro 1984“, de George Orwell. Numa tentativa de solucionar o problema da segurança para os internautas, foram instaladas câmeras de segurança, e acreditem, em algumas é possível que o vigia de plantão fale com as pessoas na rua em tempo real.

Vale a pena perder a privacidade por acesso gratuito a internet?

Por Elisa Baggio

Jornalismo 2.0

O Knight Center for Journalism da Universidade do Texas acaba de publicar versões em espanhol e portugués do livro de Mark Briggs Journalism 2.0: Como Sobreviver e Prosperar. O livro oferece uma abordagem prática das ferramentas e formatos empregados nos meios digitais, nos quais os conteúdos audiovisuais e a interatividade com os usuários ganham cada dia maior importância. Mais uma sensacional dica do GJOL

O número de acessos em banda larga no Brasil avançou 8,3% no terceiro trimestre deste ano, tendo sido comercializadas 544 mil novas conexões no período, revelou o indicador Barômetro Cisco da Banda Larga nesta sexta-feira (14/12).

O total de acessos no terceiro trimestre foi de 7,1 milhões e a taxa de crescimento deste período, de 8,3%, superou os 8% de taxa no trimestre anterior.

A pesquisa feita pela IDC Brasil revela que o crescimento se explica graças às pessoas que compraram PCs parcelados, no início de 2007, e só agora tiveram acesso em banda larga.

O acesso residencial é, mais uma vez, o mercado que mais consome banda larga, sendo responsável por 86,3% das conexões instaladas. O mercado corporativo cresce mais devagar - 2,4% em comparação ao segundo trimestre.

Além disso, a queda nos preços em comparação a 2006 impulsionou a aquisição de novos acessos em megabits por segundo, garantindo mais espaço à velocidade de conexão em lugar da economia.

Outros fatores que motivaram maior adoção da banda larga, segundo o estudo, são a diminuição dos impostos para equipamentos de até 4 mil reais, e a própria sazonalidade de mercado - os últimos trimestres são as datas que mais geram novas assinaturas.

Fonte: UOL

Por Cristiane Alcalá

A tv por assinatura deve ficar mais cara com tecnologia digital. A Associação Brasileira de TV por Assinatura (ABTA) informou nesta quinta-feira (13/12) que o custo dos canais pagos subirá com a adaptação da mídia à tecnologia digital. Representantes de distribuidores como Sky e NET não sabem dizer, contudo, quanto será o aumento na mensalidade. “A porcentagem dependerá, por exemplo, de quanto o produtor cobrará para transformar a imagem atual em uma de alta definição”, disse o presidente da Sky, Luiz Eduardo Baptista.

O presidente da ABTA, Alexandre Annenberg, acrescentou que o setor não teme impacto da imagem digital da TV aberta na TV por assinatura. “O público da TV paga não é concorrente ao da TV Aberta porque os canais são totalmente diferentes.”

Desde 2004, a ABTA tenta fazer com que a imagem de alta definição entre via TV paga. O governo brasileiro negou as investidas. A vantagem da opção pela TV paga seria a possibilidade de o usuário fazer uma programação própria, escolhida a partir de qualquer canal. A oportunidade de ver imagens com qualidade de cinema, contudo, ficaria restrita aos que pagassem pelo serviço por assinatura.

Notícia do site www.comunique-se.com.br

Por Cristiane Alcalá

O cineasta Vladimir Carvalho retrata no documentário ”O Engenho de Zé Lins” a vida e a personalidade do escritor paraibano José Lins do Rego (1901-1957), cinquenta anos após a sua morte. O filme entra em cartaz em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília na sexta-feira. No festival de Brasília 2006, o documentário foi premiado duas vezes por melhor montagem e prêmio especial do júri.

Amigos escritores entrevistados como o poeta Thiago de Mello, Ariano Suassuna, Carlos Heitor Cony revelam aspectos mais alegres e pitorescos do escritor. Um dos pontos altos está no testemunho da escritora Rachel de Queiroz, que morreu durante a produção do filme, em 2003.

Vladimir Carvalho deixa as conversas fluirem e não hesita em desviar-se da literatura para expor outras paixões de Lins como a maior delas, o Flamengo.

Por Ana Lícia Franco

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